17/10/2014

AGENDA CONSELHO NACIONAL 2015



AGENDA CONSELHO NACIONAL 2015


Agenda do Conselho Nacional das Igrejas Evangélicas Pentecostais O Brasil Para Cristo.  

  • Em Couro (material nobre); 
  • Miolo conteúdo 2015;
  • Mensagem do Presidente do Conselho Nacional;  
  • Diretoria Executiva;  
  • Caneta personalizada e recarregável;
  • Temos o miolo também a disposição para quem adquiriu a agenda em 2014.


VOLUME 76 | LIVRO DO PROFETA JONAS



SUMÁRIO

- Lição 01 | A fuga da presença do Senhor
- Lição 02 | Tempestades na vida
- Lição 03 | Dormindo na tempestade
- Lição 04 | Atos de desobediência colocam em perigo outras pessoas
- Lição 05 | Nossos atos de desobediência enfrentarão o juízo de Deus
- Lição 06 | Deus é o autor da possibilidade de salvação
- Lição 07 | O arrependimento dos pecados é a chave para o recomeço
- Lição 08 | O Deus da segunda chance
- Lição 09 | A universalidade da graça de Deus
- Lição 10 | A continuação do processo em Jonas
- Lição 11 | Jonas e a inversão de valores
- Lição 12 | Jonas e Jesus
- Lição 13 | Jonas e a missão da Igreja


Em: Livro do Profeta Jonas – Um retrato da insistente graça de Deus, a professora Marta Suana nos convida a mergulhar na conturbada história de Israel do Norte e reconhecer as lições espirituais que precisamos assimilar para vivermos no centro da vontade de Deus, sobretudo, no que diz respeito à evangelização mundial. 

Então bom estudo e pesquisa.

CARTAZ QUE ACOMPANHA PARA DIVULGAÇÃO!


Pastor Walter Bastos; Diretor JUNEC.


Já estamos atendendo todo o Brasil com esse material que finda o último trimestre de 2014 -Acompanhe os temas no Cartaz!


Breve currículo da autora: 

Marta Maria da Silva Suana. Casada com o pastor Samuel Suana, mãe de Flórence e Asaph. Bacharel em Teologia pelo Instituto Bíblico das Assembléias de Deus em Pindamonhangaba/ SP, com complementação teológica pela Universidade Metodista de São Paulo em São Bernardo do Campo. Pós-graduação em História e Teologia do Protestantismo no Brasil pela Faculdade Teológica de São Paulo. Trabalhou durante 20 anos como professora de História da Igreja, no Instituto Bíblico das Assembleias de Deus em Pindamonhangaba/ SP. Coopera com todas as atividades pastorais na OBPC de Pindamonhangaba desde 1997.

24/07/2014

EDIÇÃO 75 - ESTUDOS DA BÍBLIA

FIDELIDADE
O elo que mantém o cristão ligado a Deus




SUMÁRIO

- Apresentação
- Lição 01 | Fidelidade à visão
- Lição 02 | Unidade no propósito
- Lição 03 | Crente útil: a fidelidade no chamado
- Lição 04 | Perseverança na doutrina
- Lição 05 | Fidelidade a Deus
- Lição 06 | Perseverança na missão
- Lição 07 | Fidelidade na família
- Lição 08 | Fidelidade ao próximo
- Lição 09 | Perseverança na santidade
- Lição 10 | Fidelidade como fruto do Espírito
- Lição 11 | Perseverança na fé
- Lição 12 | Conceito de fidelidade no Antigo Testamento
- Lição 13 | Perseverança como elemento para salvação
- Ferramentas para o professor
- Referências bibliográficas
- Lista de abreviaturas

APRESENTAÇÃO

“Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel” (1Co 4.1, 2).

A palavra fidelidade significa: “Qualidade de fiel, de permanecer firme em suas obrigações, crenças e convicções. Observância estrita de promessas, deveres, obrigações, costumes etc.” (Dicionário Sacconi). No original grego do NT, encontramos o termo “pistis” em Gálatas 5.22, vejamos: “Mas o fruto do Espírito é (...) fidelidade...”. Curiosamente “pistis” também é a palavra grega traduzida em nossa língua para fé (Rm 3.25).

Perseverança é a segunda palavra mais trabalhada nesta revista, exatamente porque é sinônima de fidelidade. Só podemos ser fiel se perseverarmos em nossa obediência a Deus nos momentos de lutas e ou dificuldades. A Bíblia diz que fidelidade é parte da natureza de Deus: “Saberás, pois, que o Senhor, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos” (Dt 7.9). Mas essa virtude de caráter também é comunida aos crentes piedosos: “E Moisés era fiel, em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que haviam de ser anunciadas” (Hb 3.5).

Em Fidelidade: o elo que mantém o cristão ligado a Deus, o pastor José Hélio discorre nas lições que se seguem a respeito da importância de nos mantermos leais, fieis ou obedientes à Palavra escrita de Deus, no meio de uma geração corrompida e absolutamente distante do seu Criador. Se não bastasse o crescimento do pecado em nossos dias, como evidência de que vivemos nos “últimos tempos” (Mt 24.12), a Igreja deste início de século, de certa forma, vive claramente sob a influência, se é que podemos assim dizer, da chamada “era de Laodicéia” (Ap 3.14-22), num estado deprimente de mornidão doutrinária (2Tm 4.3-4).

Jesus comparou seus verdadeiros discípulos ao “sal da terra e a luz do mundo” (Mt 5.14, 15), e essas figuras falam respectivamente de caráter e testemunho. Não podemos negligenciar os valores absolutos do cristianismo bíblico e nem prejudicar o testemunho cristão para sermos aceitos pelo mundo. John Bunyan em seu livro O Peregrino, descreve uma personagem chamada “fiel até a morte” que ajudou o peregrino (cristão) a chegar ao seu destino final, a cidade celestial. De fato, nesses tempos conturbados em que vivemos; Deus espera que sejamos cristãos “fieis até a morte”. Jesus advertiu aos seus discípulos com relação à expectativa que Deus guarda com relação à nossa fidelidade nos tempos que antecederão a segunda vinda de Cristo: “Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lc 18.8).

Não é possível provar nossa fé ou fidelidade a Deus sem sermos testados. Esses testes ou provações são permitidos e monitorados por Deus (1Co 10.13), com o objetivo de “lapidar” o nosso caráter, desenvolver a nossa salvação (Fp 2.12) e principalmente aprofundar a nossa espiritualidade em Deus. Como Deus desenvolve paciência nos seus filhos? Permitindo lutas e tribulações, obviamente! Por mais dura que seja essa verdade é exatamente nessas horas que a nossa fidelidade aparece.

Cada lição foi cuidadosamente preparada para nos ajudar a compreender o desafio de sermos fieis a Deus em tudo (ex: chamada ao ministério, na família, na doutrina etc.), mas não estamos sozinhos nessa peleja, o Espírito Santo está conosco, fiel companheiro de todas as horas, sempre nos animando, consolando e exortando. Caro estudante das Escrituras, desfrute das lições que se seguem e aprofunde os seus conhecimentos, pois isso é fundamental para manter a tua fidelidade a Deus em todos os sentidos.

Pastor Walter Bastos;
Diretor JUNEC.

Breve currículo do autor:
José Hélio de Lima, Pastor da Igreja O Brasil Para Cristo Central de Telêmaco Borba – PR; Coordenador Nacional do Instituto Bíblico O Brasil Para Cristo (IBBC); Teólogo, conferencista e escritor; Graduado pela Faculdade Teológica Batista do Grande ABC (1995) e pela Universidade Metodista de São Paulo (2006); Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo (2008), com especialização em comunicação religiosa entre os pentecostais brasileiros e historiografia da Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil Para Cristo e seu fundador Missionário Manoel de Mello. Membro da Junec.

11/04/2014

MANUAL DO DIÁCONO - EDIÇÃO DO ALUNO


SUMÁRIO

- Prefácio
- Apresentação
- Introdução
- Capítulo 01 | O ministério diaconal no Antigo Testamento
- Capítulo 02 | O ministério diaconal no Novo Testamento
- Capítulo 03 | Qualidades essenciais do diácono
- Capítulo 04 | Responsabilidades básicas do diaconato
- Capítulo 05 | Diaconia feminina
- Capítulo 06 | Advertências importantes no exercício do diaconato
- Capítulo 07 | A família do diácono
- Capítulo 08 | Jesus Cristo: O diácono por excelência
- Capítulo 09 | Eleição ou consagração diaconal?
- Capítulo 10 | A escolha de novos diáconos
- Capítulo 11 | O comportamento social do diácono
- Capítulo 12 | Diácono: Um substituto à altura

- Capítulo 13 | Diácono nota dez

Parte do Prefácio: 

"Quem lê este livro terá uma completa introdução ao ensino da Bíblia sobre serviço, auxílio, e principalmente sobre oficiais da igreja chamados diáconos. Examine os títulos dos capítulos deste manual e logo saberá o que o autor trata com tanta destreza e profundidade. Estou convencido, depois da leitura deste material, que não deve haver qualquer denominação no Brasil que tenha uma abordagem tão completa e excelente como este estudo para orientar seus diáconos sobre as qualificações e responsabilidades desse ofício."

Russell Shedd, Ph.D.

MANUAL DO DIÁCONO - VOLUME DO PROFESSOR


SUMÁRIO

- Prefácio
- Apresentação
- Introdução
- Capítulo 01 | O ministério diaconal no Antigo Testamento
- Capítulo 02 | O ministério diaconal no Novo Testamento
- Capítulo 03 | Qualidades essenciais do diácono
- Capítulo 04 | Responsabilidades básicas do diaconato
- Capítulo 05 | Diaconia feminina
- Capítulo 06 | Advertências importantes no exercício do diaconato
- Capítulo 07 | A família do diácono
- Capítulo 08 | Jesus Cristo: O diácono por excelência
- Capítulo 09 | Eleição ou consagração diaconal?
- Capítulo 10 | A escolha de novos diáconos
- Capítulo 11 | O comportamento social do diácono
- Capítulo 12 | Diácono: Um substituto à altura

- Capítulo 13 | Diácono nota dez

Parte do Prefácio: 

"Quem lê este livro terá uma completa introdução ao ensino da Bíblia sobre serviço, auxílio, e principalmente sobre oficiais da igreja chamados diáconos. Examine os títulos dos capítulos deste manual e logo saberá o que o autor trata com tanta destreza e profundidade. Estou convencido, depois da leitura deste material, que não deve haver qualquer denominação no Brasil que tenha uma abordagem tão completa e excelente como este estudo para orientar seus diáconos sobre as qualificações e responsabilidades desse ofício."

Russell Shedd, Ph.D.

EDIÇÃO 74 - CARTAS DO APÓSTOLO JOÃO




Apresentação

Lição 01 | Jesus, a palavra que se tornou carne          Lição 02 | A gloriosa natureza dos filhos de Deus
Lição 03 | Jesus, o nosso Advogado
Lição 04 | O amor de Deus: o distintivo do cristão
Lição 05 | Afastamento do mundo: condição essencial para agradar a Deus
Lição 06 | A mentira e seus agentes
Lição 07 | A natureza espiritual dos filhos de Deus
Lição 08 | A sutileza do engano e seus efeitos funestos
Lição 09 | A manifestação do amor de Deus através da vida regenerada       Lição 10 | A fé em Jesus e seus gloriosos resultados
Lição 11 | O poder da oração na vida cristã
Lição 12 | As vias para a saúde da Igreja
Lição 13 | Os líderes da Igreja são servos do Senhor

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os
pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1.9).

O texto supra poderia ser o versículo-chave para representar todas às três cartas do apóstolo João, claro que, há outros muito concorridos (ex: 2Jo 1.6; 3Jo 1.4) e igualmente maravilhosos, porém, quando João fala do perdão de Deus, fala também do Seu amor e justiça. Por meio do perdão nós experimentamos o amor divino e nos tornamos capazes de amar os nossos semelhantes (veja: 1Jo 3.16-18).

            João é o apóstolo do amor, pois desde o tempo do seu discipulado com Jesus, ele já era identificado com o amor de uma forma muito especial (ex: Jo 13.23; 19.26). Seja como for, João é um dos escritores do NT a quem Deus mais usou para tratar deste tema da vida cristã (Jo 13.34, 35; 1Jo 4.7-21). Além de escrever as três epístolas universais, como são conhecidas, João também escreveu o quarto evangelho (também conhecido como Evangelho do Filho de Deus) e o livro do Apocalipse (Ap 1.1).

            Jesus Cristo teve muitos discípulos (Lc 10.1), destes, havia um grupo seleto que mais tarde foram denominados “os doze” (Lc 9.1), e entre eles o Mestre mentoreou, digamos assim, três, ou seja, Pedro, Tiago e João (Mt 17.1). Segundo a tradição da Igreja, João foi o último dos apóstolos a morrer e a mesma fonte, informa-nos que ele morreu em avançada idade.

            Louvamos a Deus pela vida do pastor Samuel Suana que se debruçou sobre a Bíblia por muitas semanas, a fim de escrever a presente revista, sobretudo, pelas belíssimas lições que o Espírito de Deus o iluminou a compor. Em suas próprias palavras, o pastor Samuel, relata que as cartas do apóstolo João possuem preciosas lições que devem ser valorizadas nesse momento da Igreja. Como já foi dito, a sua ênfase principal foi o amor. João acreditava que a prática dessa virtude estabelecia o diferencial na Igreja. Ele também atrelou a esse aspecto da fé cristã outros temas relevantes que contribuíram para que a Igreja estivesse mais próxima de Jesus e alicerçada no propósito divino. João falou da Verdade; alertou contra os falsos mestres; reafirmou a divindade do Senhor Jesus e motivou a Igreja a viver a verdadeira espiritualidade.

Em Cartas do apóstolo JoãoUm chamado ao compromisso com a verdade, o amor e o serviço, o pastor Samuel objetiva despertar os leitores e estudiosos das Escrituras a viver mais intensamente o amor de Deus no seu dia a dia, de maneira real e prática, como João alerta nos seguintes termos: “Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade” (1Jo 3.18). Além do tema do amor, a presente revista trata forte do combate aos falsos ensinos, que alias, são muito correntes em nosso tempo, mais do que em qualquer geração da Igreja (1Tm 4.1).

O estudo sistemático ou expositivo das Escrituras é de longe o mais produtivo de todos os outros métodos. Portanto, prezado aluno, aproveite cada palavra, conceito e temas da doutrina cristã, explanadas nas 13 lições que se segue. Esta revista é o tipo de literatura que não pode ser descartada, digamos assim, depois que terminar o trimestre de estudos, mas deve estar ao lado de comentários bíblicos que mantemos nas nossas bibliotecas, pois o pastor Samuel percorreu cada um dos capítulos e assuntos das três epístolas de João, a fim de extrair o máximo de lições e aplicações para a vida cristã. O que quero dizer, é que os estudos aqui apresentados também servem como base para futuras pesquisas na preparação de novos estudos e sermões.

Então bom estudo e pesquisa.
Pastor Walter Bastos;

Diretor JUNEC

Breve currículo do autor:


Samuel Suana é casado com Marta Maria da Silva Suana, pai de Flórence (17) e Asaph (09). É formado em Teologia (IBAD), Pedagogia (UNITAU), e pós-graduado em Didática do Ensino Superior (FASC). Especializou-se em Psicologia Pastoral pelo CEM (Centro Evangélico de Missões - Viçosa MG). Pastoreia a OBPC de Pindamonhangaba - SP desde 1997 e atuou no ensino teológico (IBAD – Instituto Bíblico das Assembleias de Deus) de 1991 a 2011. Membro da JUNEC.

15/01/2014

73 - MISSÕES ATÉ O FIM




 APRESENTAÇÃO

“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt 24.14).

Fazer missões é o mesmo que pregar o evangelho, ser testemunha de Cristo e fazer discípulos de todas as nações (Mt 28.19, 20 e At 1.8). Mas, temos que fazer isso em todos os lugares do mundo, sobretudo, naqueles onde o testemunho cristão é fraco ou inexiste. Parte da Igreja do nosso tempo está com os olhos numa região difícil do planeta e muitos esforços têm sido desprendidos para se alcançar, por exemplo, o mundo muçulmano (ex: árabes), hindu (Índia), budista e comunista (China e Coréia do Norte). Inclusive, esta vasta região do mundo é conhecida – em linguagem missionária – como: “cinturão de resistência”.

            Apesar de haver muita gente séria batalhando em prol da obra missionária no Brasil e no mundo, afirmamos sem medo de errar, que é uma parcela muito pequena da Igreja. Destes, a maioria são evangélicos de origem histórica ou tradicional (ex: batistas e presbiterianos). Se fizermos uma pesquisa, facilmente constataremos que a maioria das igrejas pentecostais se quer realizam conferências missionárias. Nós, os pentecostais, somos pujantes no evangelismo de impacto (ex: campanhas de curas e libertações) e até na evangelização pessoal, mas estamos muito aquém dos nossos irmãos tradicionais no quesito de missões, principalmente no tocante à conscientização e no levantamento de recursos para esse fim.

            Em razão deste fato, a publicação dessa revista se justifica. Precisamos crescer em missões nacionais e transculturais, urgente. Projetos sérios não faltam, como os apresentados, por exemplo, pela Missão Desafio, Operação Mobilização (OM), Missões Horizontes, Missão Antioquia, entre outras.

            Por outro lado, não falta gente na igreja que acredita que missões é alguma espécie de ajuda humanitária que as agências missionárias prestam para os países pobres da África ou Ásia, já outros, pensam que há tanta gente precisando ser evangelizada no Brasil, que é um absurdo enviar pessoas e recursos para outros países. Infelizmente existem outros cristãos que pensam que os índios não devem ser incomodados, porque eles vivem do modo como vivem a milhares de anos, aliás, muito bem obrigado.

            Pensamentos como estes são mais comuns do que imaginamos. Mas isso ocorre, em parte, por falta de instrução ou ensino sobre o assunto. Por essa razão, escolhemos comentar na presente revista temas como a base bíblica de missões, a grande comissão, a evangelização por relacionamento, o chamado divino para a obra missionária e finalizamos com um estudo sobre missões na perspectiva escatológica (missões até o fim). Por mais que reconheçamos a iminente volta de Cristo, por causa dos sinais indicadores (Mt 24.3-48), aliás, muito comuns em nossos dias (ex: falsos profetas, terremotos, epidemias, aumento do pecado), isso só ocorrerá depois que a Igreja completar a sua missão evangelizadora no mundo (Mt 24.14).

A Igreja primitiva cumpriu, com louvor, a tarefa missionária, e os cristãos de dois séculos atrás também foram fieis a Deus, por isso, o evangelho chegou até nós aqui no Brasil. Enquanto poucos (verdadeiros “remanescentes”) sofrem em razão da precariedade do trabalho missionário, outros (a maioria) nem se dão conta da monumental obra por se fazer. Os estudos: o drama de Jonas e a crise missionária da igreja e a desobediência missionária, mostrarão que uma parte daqueles que sentam nos bancos das nossas igrejas, jamais moveram um palha por missões, porque estão mais preocupados consigo mesmos ou porque a opinião de seus familiares (crentes ou não) é mais importante para eles do que a de Jesus Cristo. Isso é uma vergonha!

Certa pesquisa revelou que 20% da igreja faz 80% do trabalho. Que eu e você sejamos parte do grupo que vai ouvir de Cristo, no dia do julgamento das nossas obras, o seguinte: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco (a obra missionária), sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.21).

Pastor Walter Bastos; Diretor JUNEC.

- Apresentação

- Lição 01 | A base bíblica de missões

- Lição 02 | A grande comissão

- Lição 03 | A tarefa missionária

- Lição 04 | Poder para cumprir a missão

- Lição 05 | A missão da Igreja num mundo perdido

- Lição 06 | Missão resgate

- Lição 07 | Ganhar almas

- Lição 08 | Evangelização por relacionamento

- Lição 09 | O poder do testemunho cristão

- Lição 10 | O drama de Jonas e a crise missionária da igreja

- Lição 11 | Desobediência missionária

- Lição 12 | A chamada divina para missões

- Lição 13 | Missões até o fim

11/12/2013

Edição 72 - Fé e Ciência


Edição 72 - FÉ E CIÊNCIA 

“... o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas...” (Rm 1.19-20).

Não há qualquer contradição entre a fé bíblica e a verdadeira ciência ou o conhecimento científico sério. Na verdade, o que existe mesmo são pessoas que se recusam a crer no Deus da Bíblia, então, usam argumentos “científicos” para negá-lo. Deus não tem que provar a ninguém que existe, mas é muito fácil descobrir esse fato analisando, por exemplo, a criação ou aquilo que a Bíblia declara ser a obra das mãos de Deus. Um famoso cientista do passado declarou o seguinte sobre isso: “Quanto mais eu estudo a natureza mais fico impressionado com a obra do Criador. Nas menores de suas criaturas Deus colocou propriedades extraordinárias...” (Louis Pasteur – 1822-1895/ via Internet).

Louvamos a Deus pela vida do pastor Carlos Vinicius que se lançou numa demorada e exaustiva pesquisa para escrever a presente revista. Cada capítulo aqui explanado tem o objetivo principal de revelar o perfeito sincronismo que há entre a fé bíblica e a ciência séria.

Não negamos que a ciência está muito presente em nosso cotidiano, e que ela existe mesmo para melhorar a nossa vida em muitos aspectos. No passado, por exemplo, uma pessoa poderia morrer de gripe e uma infecção de garganta já ceifou a vida de milhares, antes da invenção da penicilina. Mas muita gente que crê mais na ciência do que no Deus das Escrituras, acabam chegando à triste realidade de que a ciência é limitada e não pode preencher o vazio que há na alma humana (Sl 100.3).

Nossa base de fé e prática é e sempre será a Palavra de Deus, é nela que estão baseadas as nossas crenças (ex: salvação e vida eterna com Jesus; céu e inferno etc.) e esperança para o aqui e agora e também em relação ao futuro. Como disse antes, não é pequeno o número de pessoas que manifestam dificuldade para crer nas Escrituras. Por outro lado, essas mesmas pessoas são, digamos assim, escravas da ciência. Mas será que precisamos de “apoio” cientifico para crer em Jesus? Absolutamente não! Não é a fé (bíblica) que se rende a ciência, mas o contrário é verdadeiro, pois, a Palavra de Deus é a verdade absoluta.

É a Bíblia que dá a melhor definição do que é fé; vejamos: “A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver” (Hb 11.1 – NTLH). A fé é comunicada ao homem pelo próprio Deus. A salvação em Cristo produz a chamada “fé salvadora” (Rm 10.17), que pode crescer e se fortalecer, à medida que aprofundamos a nossa devoção a Deus, pela oração e estudo meditativo e aplicativo das Escrituras.

Qualquer dicionário do vernáculo traz definições sobre o que é ciência; mas vejamos um exemplo em especial: “Conjunto de conhecimentos sistemáticos, decorrentes de estudos, observações, experimentos etc.; Ramo de conhecimento que sistematiza fatos, princípios e métodos” (Dicionário Sacconi).

O estudo a respeito da fé e ciência é demoradamente trabalhado nos treze capítulos desta revista. Seu autor, um estudioso do tema, depois de anos de pesquisa nos brinda com temas valiosos, como a precisão da Bíblia (lição 3), a vida pré-histórica (lição 8), as falsas ciências (lição 10), entre outros. Portanto, só nos resta “beber” dessa fonte e compartilhar com outros que estão igualmente sedentos do conhecimento que lhes fará crescer na sua vida espiritual e melhorar o seu entendimento de temas ligados à verdadeira ciência.

Pastor Walter Bastos;
Diretor JUNEC

 Tema dos Estudos: 

- Lição 01 | FÉ E CIÊNCIA
- Lição 02 | A RELIGIÃO CIENTÍFICA
- Lição 03 | A PRECISÃO DA BÍBLIA
- Lição 04 | CIÊNCIA E SABEDORIA
- Lição 05 | CIÊNCIA ACIMA DA FÉ: PERIGO!
- Lição 06 | COMO TUDO COMEÇOU
- Lição 07 | SERIA FATO A TEORIA?
- Lição 08 | A VIDA PRÉ-HISTÓRICA
- Lição 09 | OS SEIS DIAS DA CRIAÇÃO
- Lição 10 | AS FALSAS CIÊNCIAS
- Lição 11 | A CIÊNCIA NOS DIAS ATUAIS
- Lição 12 | A CIÊNCIA NOS ÚLTIMOS DIAS
- Lição 13 | A FÉ NOS DIAS ATUAIS E NOS ÚLTIMOS DIAS

A Sabedoria de Deus nos Salmos Vol. 2

“A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices” (Salmo 19.7).

Estudar o livro dos Salmos é prazeroso, e, vezes sem conta, deparamo-nos com situações vividas pelos autores que se assemelham em muito com a nossa, e é precisamente nessas horas que o nosso coração se enche de alegria, porque o Espírito Santo nos conforta, anima e revela a saída para vencermos as lutas de todo tipo (ex: Sl 13). Paulo afirma que sentia “prazer nas tribulações” (Rm 5.3), e mais a frente justifica isso dizendo, que a tribulação produz “experiência e esperança” (Rm 5.4). São essas experiências com Deus que nos permitem crescer (2Pe 3.18), amadurecer e adquirir sabedoria prática.

A nossa jornada nesse mundo, será muito mais proveitosa se aprendermos a absorver ou extrair das circunstancias da vida o máximo de lições espirituais possíveis. Deus deu a Salomão essa capacidade, e ele as registrou principalmente no livro de Eclesiastes e Provérbios. Alguém já disse a célebre frase: “Quem não aprende nada com as lutas, será sempre uma criança”.

Os dicionários do vernáculo dão uma definição muito simplória da palavra sabedoria e até mesmo vexatória (pelo conceito popular do termo). Mas diferente disso, o Dicionário Vine conceitua o termo sabedoria (derivado do hebraico: hokmãh – Êx 28.3) da seguinte forma: “é o conhecimento e a habilidade de fazer escolhas certas no momento oportuno. A consistência de fazer a escolha certa é indicação de maturidade e desenvolvimento” (Dicionário Vine; p. 271).

            Deus é a sabedoria em pessoa, ela simplesmente é parte da sua essência (Jó 9.4; 12.13; Sl 104). Mas a Bíblia diz que, Ele tem prazer em compartilhá-la conosco, ou melhor, com quem a deseja ardentemente (Tg 1.5; Pv 1.20). Na vida tudo é uma questão de escolhas, boas ou ruins, certas ou erradas, enfim, seremos ovacionados ou criticados por causa das nossas escolhas. Mas somente faremos a escolha correta se permitirmos Deus participar conosco dela. Se seguirmos seus conselhos, princípios, juízos e preceitos como bem afirma o salmista; vejamos: “Os teus mandamentos me fazem mais sábio que os meus inimigos...” (Sl 119.98).

A Sabedoria de Deus nos Salmos – Vol. 2 é na verdade a sequencia do primeiro volume de estudos que lançamos anteriormente. São mais 13 salmos analisados com detalhes, a fim de extrair o máximo de princípios que podem tornar nossa vida melhor e em muitos aspectos. O temor ao Senhor é o princípio da sabedoria, diz a Bíblia (Pv 1.7), então, o aprofundamento nesse temor ou reverência nos levará ao crescimento da sabedoria obviamente. Parece que era esse o caso do rei Davi, que em determinado momento da vida declarou ter apenas um desejo: “contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo” (Sl 27.4). De fato, é nessa profunda comunhão com Deus que aprendemos com Ele.

A Bíblia é um tesouro de sabedoria, uma fonte inesgotável de conselhos e orientações valiosas para a vida. É crível que os anjos de Deus participem conosco das celebrações ou cultos que oferecemos ao Senhor (Ef 3.10; 1Pe 1.12) com a finalidade de aprender um pouco mais da pessoa de Deus. Se tivéssemos semelhante postura, não perderíamos por nada as ministrações da Palavra de Deus. Deus não pode, de fato, ser conhecido na sua essência se Ele mesmo não “se deixar ser conhecido” (Is 29.13 e 14). Mas isso depende somente de quem o busca. Portanto, abra o seu coração, no estudo destes 13 salmos e permita ser trabalhado (mudado) pelo Espírito de Deus.

Pastor Walter Bastos;

Diretor JUNEC

- Lição 01 | A redenção do pecador/ Salmo 14
- Lição 02 | O cidadão dos céus/ Salmo 15
- Lição 03 | A resposta divina na hora da aflição/ Salmo 20
- Lição 04 | Clamor no dia da angustia/ Salmo 120
- Lição 05 | Deus é a nossa proteção/ Salmo 121
- Lição 06 | Jerusalém a cidade do Grande Rei/ Salmo 122
- Lição 07 | A dor do desprezo/ Salmo 123
- Lição 08 | O Senhor, nosso Libertador/ Salmo 124
- Lição 09 | Retrospectiva/ Salmo 126
- Lição 10 | O perdão incondicional de Deus/ Salmo 130
- Lição 11 | A bênção da união dos crentes em Cristo/ Salmo 133
- Lição 12 | A bênção sobre os peregrinos/ Salmo 134
- Lição 13 | Oração em meio ao desespero/ Salmo 142

10/06/2013

Edição 70 - Profetas Menores



Edição 70 - Profetas Menores - Vozes que Clamam Por Transformação e
Compromisso do Povo de Deus na Atualidade



“Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq 6.8).

O texto supra, pode ser considerado o resumo do AT. O profeta Miquéias responde à religiosidade de fachada do rei e do povo de Judá e traz um conciso tratado da vontade de Deus em três pontos, isto é, precisamos ser justos, misericordiosos e humildes (veja Mt 23.23). Macarthur no comentário de rodapé do texto em estudo diz o seguinte: “A cegueira espiritual os havia levado a oferecer tudo, exceto aquilo que Deus queria: o compromisso espiritual sincero que resultaria no comportamento correto” (Bíblia de Estudo Macarthur; p. 1138). Deus não está interessado em “sacrifícios”, mas na obediência. Compromisso com Deus, mudança de vida e outros temas importantes da vida cristã são tratados pelo professor e pastor Samuel Suana na presente revista. Ele “emprestou” a voz dos profetas menores para clamar por restauração na igreja moderna. O salmista também fez isso em seu próprio tempo quando escreveu: “restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes do Neguebe” (Sl 126.4). Há riachos no Neguebe que ficam secos no verão, mas quando as chuvas da primavera chegam eles ficam cheios novamente e toda vida retorna (ex: plantas, peixes,flores, borboletas e pássaros etc.). Tiago profetizou que antes da vinda de Cristo haverá uma chuva maravilhosa de avivamento no meio da Igreja (Tg 5.7). Os profetas menores são em número de doze (12) e estão todos no AT. Vão de Oséias a Malaquias. São assim chamados em razão do reduzido conteúdo que há em cada um deles. O pastor Samuel trabalha os principais temas de cada livro, objetivando destacar verdades ou lições espirituais que nos levam a uma profunda reflexão da nossa vida com Deus. Esses profetas pertencem a três grupos, ou seja, os que profetizaram a Israel do Norte (Jonas, Amós e Oséias), a Judá (Obadias, Joel, Miquéias, Naum, Habacuque e Sofonias), e os pós-exílicos (Ageu, Zacarias e Malaquias). É fato que esses doze profetas do AT são pouco estudados pela maioria dos cristãos desse início de século. Se perguntarmos na igreja quem sabe descrevê-los na ordem própria, poucos conseguirão essa façanha. Por isso e muito mais, louvamos a Deus pela iniciativa do pastor Samuel em estudar esta valiosa parte das Escrituras Sagradas e nos presentear com tão belas lições. O amado estudante da Palavra de Deus perceberá a relevância dos assuntos tratados, sobretudo, o quão atual eles são, por exemplo, no livro do profeta Oséias é possível notarmos o perigo que corremos de “dividir” o nosso amor a Deus com pessoas ou coisas deste mundo perdido. Deus não aceita dividir a nossa lealdade (devida somente a Ele) com nada e nem ninguém (Os 10). O profeta Joel também trata da grave crise moral, econômica e outras que a nação de Judá vivia e nós também podemos traçar um paralelo com tudo isso, observando a grave situação do mundo e principalmente da Igreja em nosso tempo. Vamos usar o seguinte conselho do profeta Oséias, como ponto de partida para o estudo dos profetas menores: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor...”(Os 6.3). De fato, através dos estudos destas 13 lições, será possível percebermos o que Deus quer de nós nesse começo de século, e também de concluirmos que é tempo de arrependimento e mudança real de vida, de santificarmos nossas vidas e alcançarmos a nossa geração com o genuíno Evangelho de Cristo, enquanto a “porta da Graça” ainda está aberta.
Bom estudo e pesquisa. Pastor Walter Bastos;
Diretor JUNEC



LIÇÃO 01 | OS PROFETAS FALAM HOJE
LIÇÃO 02 | OSÉIAS: A FORÇA DA ALIANÇA E DO AMOR DIVINO
LIÇÃO 03 | JOEL: AS CRISES A SERVIÇO DO POVO DE DEUS
LIÇÃO 04 | AMÓS: O VALOR DOS POBRES FRENTE À EXPLORAÇÃO E INJUSTIÇAS
LIÇÃO 05 | OBADIAS: RELACIONAMENTOS FRATERNOS ESTRAGADOS PELO ÓDIO
LIÇÃO 06 | JONAS: UM OLHAR DE ESPERANÇA PARA OS PERDIDOS DO MUNDO
LIÇÃO 07 | MIQUÉIAS: INDO ALÉM DA FORMA DO CULTO E DAS AMARRAS DA LITURGIA FRIA E VAZIA
LIÇÃO 08 | NAUM: A DURA CENSURA CONTRA OS REGIMES TOTALITÁRIOS
LIÇÃO 09 | HABACUQUE: A FÉ QUE SE MANIFESTA EM MEIO AOS SOFRIMENTOS
LIÇÃO 10 | SOFONIAS: REVENDO A HERANÇA MALDITA DO PAGANISMO SINCRÉTICO
LIÇÃO 11 | AGEU: REORGANIZANDO PRIORIDADES NO REINO DE DEUS
LIÇÃO 12 | ZACARIAS: PROMESSAS DE ESPERANÇA EM MEIO ÀS LUTAS E TRABALHOS
LIÇÃO 13 | MALAQUIAS: VALORES ÉTICOS PARA OS TEMPOS DE RECOMEÇO


07/02/2013

Edição 69 - A Doutrina Bíblica da Cura Divina


EDIÇÃO ESGOTADA


Edição 69 - A Doutrina Bíblica da Cura Divina


“... e, à medida que seguirdes, pre­gai que está próximo o reino dos céus. Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai” (Mt 10.7, 8).


A cura divina, bem como o estudo sobre a oração, a fé, os dons espirituais e outros temas da vida cristã, são am­plamente tratados na chamada teologia prática. A Bíblia nos ensina a orar como Deus deseja que oremos (ex: Lc 11.1- 13), e também ensina sobre a cura divina como um dos benefícios da Nova Alian­ça em Cristo Jesus (Ef 1.3). Na verdade, Deus deseja nos curar mais do que as­piramos ser curados por Ele (Mt 8.2, 3).
Assim que o Senhor tirou o povo de Israel do Egito fez a seguinte promessa para eles: “Servireis ao Senhor, vosso Deus, e ele abençoará o vosso pão e a vossa água; e tirará do vosso meio as enfermidades. Na tua terra, não haverá mulher que aborte, nem estéril; comple­tarei o número dos teus dias” (Êx 23.25, 26). Mas antes disso, Ele já tinha dito pela boca de Moisés: “e disse: Se ouvires atento à voz do Senhor, teu Deus, e fize­res o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, ne­nhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o Senhor, que te sara” (Êx 15.26). Essa foi a primeira vez que Deus se revelou, em toda a Bíblia, como o “Senhor que cura”.
Mas foi no curto ministério de Jesus Cristo que a cura divina ocorreu de ma­neira exponencial, inclusive, Mateus as­sociou as curas e libertações operadas por Cristo à seguinte profecia: “Ele mes­mo tomou as nossas enfermidades e car­regou com as nossas doenças” (Mt 8.16, 17). A redenção no sangue de Jesus não foi apenas para perdoar os nossos peca­dos, mas também para sarar as nossas feridas e doenças (1Pe 2.24).
A doutrina bíblica da CURA DIVINA é um pequeno tratado teológico que traz o fundamento bíblico deste tema que não é apenas um “legado pentecostal”, mas uma bênção de Deus reservada à sua Igreja, sobretudo, como uma poderosa ferramenta de evangelização (At 5.12- 16). Cada lição aprofunda o assunto, de forma que o amado leitor se sentirá moti­vado a orar pelos outros com confiança e ousadia. Não é o homem que cura, mas Deus, por meio da sua oração, em nome de Jesus (At 4.30).
Como falamos antes, a cura divina foi dada por Deus desde o AT, por exemplo, como um benefício da aliança Dele com Israel, e foi praticada no ministério de inúmeros profetas (ex: Eliseu e a cura de Naamã: 2Rs 5.14) e, de reis como Eze­quias (Is 38.1-5). Além disso, no AT, Deus usou profetas como Isaías para vaticinar sobre a cura divina como parte da reden­ção do homem (Is 53.4, 5; Jr 33.6), e que obteve amplo cumprimento em Cristo, o Messias de Israel (Mt 4.23; 9.35).
Mas esse ministério de curas e liber­tações não se restringia à missão de Je­sus, pois, Ele próprio autorizou os seus fieis discípulos a fazer o mesmo em seu Nome (Mt 10.5-8; Lc 10.19). Depois de Pentecostes a Igreja expandiu extraor­dinariamente por meio da pregação do Evangelho, salvando milhares e milhares de pessoas, exatamente, porque Jesus Cristo salva, mas também cura e liberta os oprimidos do diabo (At 3.6-10; 14.8- 10). Na história da Igreja há incontáveis relatos de curas e milagres operados pelo poder do Espírito Santo de Deus, desde os dias apostólicos até os nossos dias; isso é só uma questão de fé: “Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem: em meu nome, expelirão demô­nios (...); se impuserem as mãos sobre os enfermos, eles ficarão curados” (Mc 16.17. 18).
Em meados do século XX, Deus var­reu o mundo com um poderoso aviva­mento, entre os homens que Ele usou nesse período, destacamos a figura do Missionário Manoel de Melo, considera­do
o maior evangelista brasileiro de todos os tempos. E isso em razão do poderoso ministério de curas e libertações que o Senhor Jesus lhe deu, e que somente a eternidade revelará o seu raio de alcance e o resultado para o reino de Deus em termos de pessoas curadas, libertas e principalmente salvas em o nome de Je­sus de Nazaré.
Portanto, se unirmos o conhecimento da verdade bíblica sobre a cura divina a uma vida de consagração, teremos um ganhador de almas. Não esqueçamos que o Espírito Santo está conosco, e Ele mesmo nos ajudará nesse ministério tre­mendo (Rm 8.26), assim como ajudou o Senhor Jesus (At 10.38) e os santos apóstolos de Cristo (At 3.6 e 2.38, 39). Estude com dedicação esta revista, ore com perseverança e creia com todo o teu coração que é a vontade de Deus te usar para socorrer a tantos que sofrem sem esperança e salvação.
Pastor Walter Bastos;
Diretor JUNEC




Lição 01 | A doutrina bíblica da cura divina
Lição 02 | A cura divina no Antigo Testamento
Lição 03 | A cura divina no ministério de Jesus Cristo
Lição 04 | A cura divina na era apostólica
Lição 05 | Propósitos da cura divina
Lição 06 | Curai enfermos
Lição 07 | A cura e a vontade de Deus
Lição 08 | A cura divina através da fé e persistência
Lição 09 | A cura e a soberania de Deus
Lição 10 | A cura de doenças causadas por demônios
Lição 11 | A cura divina à distância
Lição 12 | Por que alguns não são curados?
Lição 13 | A fé que opera a cura divina

14/10/2012

Edição 68 - Amor Contagiante

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Edição 68 - Amor Contagiante
 
“Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração,estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” (1Pe 3.15).
 
O sábio afirmou: “O fruto do justo é árvore de vida, e o que ganha almas é sábio” (Pv. 11.30). De fato, precisamos de sabedoria, conhecimento e muita unção de Deus para ganhar pessoas para Jesus. Com o tempo se faz necessário mudar os estilos e/ou paradigmas para conseguirmos isso. Na verdade, o que precisamos fazer sem hesitar é seguir o “vento do  Espírito” (Jo 3.8), mas somos muito resistentes a mudanças. Sabemos que uma igreja está  crescendo, quando pessoas estão sendo batizadas. Quando alguém deixa uma igreja local e se une a outra, o reino de Deus não cresce, porque isso somente ocorre quando vidas descem as águas do batismo. A igreja precisa de “sangue novo” para se manter forte, revitalizada e em ordem para Deus usar e, isso tem lugar por meio da evangelização pujante e do discipulado eficiente. Amor Contagiante é uma proposta interessante para fazermos frente ao monumental desafio de ganhar o Brasil e mundo para Cristo, a partir da igreja local. Evangelização por relacionamento é o principal foco dessa proposta. Acostumamo-nos com “cultos de poder”, onde as pessoas são tocadas por Deus em razão do louvor e da pregação ungida da Palavra de Deus (Ef 6.19), e isso é muito bom, mas de maneira geral, as pessoas não crentes têm certa resistência para vir aos cultos do templo, então devemos ir a elas. Foi isso mesmo que nosso Senhor ordenou para os seus primeiros discípulos (Lc 10.3-9). Sem dúvida, a principal motivação para a evangelização é o amor. Reflitamos sobre o conceito bíblico de amor nas três primeiras lições. Somente a falta de amor é justificativa para a inércia ou estagnação em relação à tarefa da evangelização. Jesus repreendeu duramente a igreja de Éfeso por terem abandonado o “primeiro amor” (Ap 2.4). Nada é mais importante para Deus que vidas (1Tm 2.4). Alguém já disse acertadamente que “almas pulsam o coração de Deus”. Dizemos que a “porta da frente” da igreja está aberta quando estamos sempre evangelizando, e a “porta dos fundos” está sempre fechada (para que as pessoas não saiam) quando temos um programa eficiente de discipulado (ex: cultos de ensinamento; EBD bem estruturada; Instituto Teológico; pequenos grupos de estudo etc.), e quando conseguimos conectar as pessoas ao corpo de Cristo (no ministério). Além da tradicional evangelização (corpo a corpo), também podemos alcançar os não crentes por meio de “projetos de ação comunitária”. Pelo menos três lições tratarão um pouco desse tema. Seja como for, nossas ações falam mais alto que as nossas palavras. Quando Deus enviou Jesus para salvar a humanidade, fez isso apenas e tão somente baseado no amor ágape. Esse amor profundo é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que em nós habita (Rm 5.5). É o amor que produz a iniciativa, a criatividade, a coragem, enfim, o amor cria “pontes” para alcançarmos o perdido para Deus. Todo ser humano precisa ter ao menos uma oportunidade para ouvir a respeito do amor de Deus, e todo crente renascido deve estar disposto a ser usado pelo Espírito Santo, para ser esse canal de transmissão. Amor Contagiante é mais uma ferramenta de Deus para cumprirmos o mandato de Jesus de “fazer discípulos de todas as nações” (Mt 28.19, 20). Leia, estude, faça grupos de discussão e, sobretudo, coloque em prática os princípios aqui ensinados. Fazendo isso, o reino de Deus vai crescer e um dia você ouvirá dos lábios de Jesus: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei” (Mt 25.21).
 
Bom estudo!
Pastor Walter Bastos;
Diretor JUNEC
 
LIÇÃO 1 | Deus é amor
LIÇÃO 2 | Pecador: causa do amor de Deus
LIÇÃO 3 | Deus amou o perdido
LIÇÃO 4 | Em busca da ovelha perdida!
LIÇÃO 5 | Abrindo as portas para a ovelha perdida
LIÇÃO 6 | Mantendo as portas abertas
LIÇÃO 7 | Contagiando e alcançando outros para Deus
LIÇÃO 8 | Adicionando vidas na rede de relacionamento
LIÇÃO 9 | Conectando pessoas com Deus e com a comunidade
LIÇÃO 10 | Contagiando vidas por meio da ação
LIÇÃO 11 | Contagiando a cidade
LIÇÃO 12 | Ensinando e curando com amor
LIÇÃO 13 | Amor contagiante

04/07/2012

Edição 67 - Primeira Carta de Paulo aos Coríntios - O Dia a Dia de uma Comunidade Cristã Local

EDIÇÃO ESGOTADA

Edição 67 - Primeira Carta de Paulo aos Coríntios - O Dia a Dia de uma Comunidade Cristã Local


“Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado” (1Co 5.7 - NVI).

O texto supra, pode ser considerado o versiculo chave da primeira carta do apóstolo Paulo aos Corintios. E concluímos, a partir dele, que Cristo, nosso Cordeiro pascal, deu a sua vida em resgate da nossa, para que pudessemos viver para Deus, sem a má influência do modo antigo de vida (de antes da conversão) simbolizado pelo “fermento velho”. Louvamos a Deus pela iluminação que concedeu ao pastor Samuel Suana para escrever a presente revista, que também é um valioso comentário dessa clássica epístola paulina.
A primeira carta do apóstolo Paulo aos Coríntios é um precioso escrito, que volta a sua atenção para o cotidiano da Igreja, com ênfase em desafios específicos existentes dentro da comunidade; desafios que envolvem os relacionamentos interpessoais e os voltados
para o cultivo da espiritualidade a partir da prática do culto e do exercício dos dons espirituais. Sua grande importância é alinhar os valores que norteiam a vida cristã e os bons hábitos de convivência.
A igreja atual passa por uma crise sem precedentes. Há muitas situações que precisam ser discutidas e conversadas para que se encontrem caminhos que conduzam a saúde integral do Corpo. A crise atual da Igreja é evidente no modo como trata a Palavra de Deus; na maneira como procura relacionar-se com o sagrado; nas idéias norteadoras do procedimento sexual, relacional, comunitário e de consideração às autoridades. Sendo assim é necessário que busquemos na Bíblia respostas para as nossas perguntas e orientações claras para enfrentarmos as nossas crises.
Uma igreja que considera as Escrituras como referência para os seus posicionamentos, é uma igreja que tem condições de enfrentar as crises e se manter íntegra, sem perder em qualidade, vivacidade e testemunho. O estudo dessa epístola nos ajudará e muito na importante tarefa de fortalecer nossas bases para melhor representar Cristo nessa terra.
Portanto, estudar a primeira epístola de Paulo aos Coríntios possibilita refletir sobre a vida diária da Igreja. A intenção básica dessa série de estudos é despertar os irmãos, a enfrentarem corretamente os desafios que surgem dentro da igreja, como comunidade dos “pecadores redimidos” e, ajudá-los a desenvolverem uma espiritualidade conforme os propósitos de Deus para as suas vidas.Bom estudo e pesquisa.

Pastor Walter Bastos;
Diretor JUNEC

LIÇÃO 1 | A IGREJA DE CORINTO E O PROBLEMA DA CARNALIDADE – 1CO 1
LIÇÃO 2 | A IMPORTÂNCIA DA PREGAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS – 1CO 2 E 3
LIÇÃO 3 | A HUMILDADE COMO BASE DA VIDA EM COMUNIDADE – 1CO 4
LIÇÃO 4 | A PRÁTICA DA JUSTIÇA E SANTIDADE NO CORPO – 1CO 5 E 6
LIÇÃO 5 | O CASAMENTO A LUZ DA PALAVRA DE DEUS – 1CO 7 
LIÇÃO 6 | A ESPIRITUALIDADE E SEUS INIMIGOS – 1CO 8
LIÇÃO 7 | O EXERCÍCIO DA LIBERDADE E DA MATURIDADE – 1CO 9
LIÇÃO 8 | LIÇÕES A PARTIR DO ISRAEL DE DEUS – 1CO 10
LIÇÃO 9 | USOS E COSTUMES E O PROCEDIMENTO CRISTÃO – 1CO 11 
LIÇÃO 10 | OS DONS ESPIRITUAIS E A PRÁTICA DO AMOR – 1CO 12 E 13
LIÇÃO 11 | PROFECIA: SEUS RISCOS E VALORES – 1CO 14
LIÇÃO 12 | A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS – 1CO 15
LIÇÃO 13 | EVIDÊNCIAS DO CUIDADO E AMOR DO SERVO DO SENHOR – 1CO 16