26 de ago de 2015

Volume 80 - PARÁBOLAS DE JESUS



APRESENTAÇÃO

“Afluindo uma grande multidão e vindo ter com ele gente de todas as cidades, disse Jesus por parábola: Eis que o semeador saiu a semear (...). E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Que parábola é esta?” (Lc 8.4, 5 e 9).
Como vimos no texto supra, Jesus escolheu uma forma diferente de falar às multidões sobre maravilhas do Reino de Deus (Mt 13.34), e seus discípulos estranharam (Lc 8.9), mas o Mestre justificou dizendo: “... A vós outros é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; aos demais, fala-se por parábolas, para que, vendo, não vejam; e, ouvindo, não entendam” (Lc 8.10; veja: Is 6.9). Assim, nem sempre uma parábola é usada para esclarecer alguma verdade (ex: Mt 5.13-16), ao contrário, algumas são empregadas para encobrir e neste caso percebemos um tipo peculiar de juízo divino sobre os descrentes que procuravam Jesus, mas que de algum modo demonstravam não ter verdadeiro interesse por sua doutrina, porque buscavam apenas algum tipo de gratificação temporal (ex: cura, alimento etc. – ex: Jo 6.26).
            Segundo o famoso Dicionário Vine o termo parábola deriva do grego “parabole” e significa ao pé da letra o seguinte: “colocação de uma coisa ao lado de outra com vistas à comparação (uns consideram que o pensamento de comparação não está necessariamente contido na palavra)” (CPAD; 2002; p. 848). Já o Dr. John MacArthur define o termo como segue: “Uma parábola é uma analogia longa, frequentemente apresentada na forma de uma história” (Bíblia de Estudo MacArthur; SBB; 2011; p. 1230).
            No estudo das parábolas de Jesus, observamos que de fato algumas delas foram utilizadas para fazer comparações (ex: Mt 13.44-46), e também para contrastar verdades espirituais (Lc 18.1-8). Seja como for, o estudo destas lindas histórias nos ajudam a descobrir e entender verdades espirituais eternas. A parábola do filho pródigo (Lc 15.11-32), por exemplo, é considerada a “mãe das parábolas”, e esta fama procede, porque quanto mais verdades são percebidas, tanto mais poderíamos extrair dela, por isso decidimos apresentar dois estudos da mesma história.
             O estudo das parábolas de Jesus é fascinante tendo em vista os princípios ali sabiamente descritos, e até mesmo escondidos, mas que Deus tem prazer em nos revelar quando mostramos real interesse, o que fazemos quando as lemos e estudamos com dedicação, por exemplo, algumas dessas parábolas foram contadas apenas para os discípulos, provavelmente com a finalidade de fortalecer a fé e devoção deles a Deus (ex: Parábola das dez virgens – Mt 25.1-13; Parábola do amigo importuno – Lc 11.5-8). Já outras foram proferidas com a finalidade de esconder verdades dos incrédulos (ex: Mt 13.3-15), e outras para confrontar a religiosidade farisaica dos inimigos de Jesus (Lc 15).
            No início de seu ministério, o Mestre empregava analogias de coisas do cotidiano dos discípulos (ex: Mt 5.13-16), foi somente no final que Ele lançou mão das parábolas. Como falamos antes, parábolas são histórias bem elaboradas ou complexas, por isso se fazia necessário explicá-las em ocasiões oportunas (Mt 13.36-43). Seja como for, devemos admitir que as parábolas de Jesus são admiráveis, sobretudo, pelo conteúdo ou revelações do reino de Deus. No total são encontradas 39 parábolas nos quatro evangelhos. Algumas são contadas apenas por Marcos (2), e outras por Lucas (17), mas a maioria delas é repetida nos três primeiros evangelhos.
Esta é a primeira revista de uma série de três, contendo 13 estudos cada. Num curto tempo pretendemos lançar mais duas outras e deste modo completar o estudo de todas as 39 parábolas de Jesus. Confesso que foi uma aventura empolgante estudar e descobrir verdades espirituais e talvez a que mais falou ao meu coração foi a parábola da viúva pobre e o juiz iniquo, porque nela o Senhor Jesus contrasta a postura do mau juiz com Deus, porque enquanto aquele decide resolver a causa da viúva para se ver livre dela, Deus nos atende, quando lhe clamamos, baseado principalmente em sua bondade e amor (Lc 18.5-8).

Pastor Walter Bastos; Diretor da JUNEC.
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Breve currículo do autor:


Walter Bastos, casado com Angela de Aguilar e pai de três filhos é pastor da Igreja O Brasil Para Cristo na cidade de Mogi das Cruzes – SP. O pastor Walter Bastos também é graduado em Teologia e Pedagogia e é docente de Teologia há mais de 25 anos. Já escreveu dezenas de revistas como esta, também é autor de inúmeros livros, alguns muito conhecidos e premiados (ex: Os Dez Mandamentos do Casamento). Especializou-se em terapia de casais e, com sua esposa percorre o Brasil, Canadá e USA ministrando em encontros de casais com Cristo, acampamentos e seminários, com o intuito de restaurar relacionamentos e fortalecer a família de um modo geral. Lidera a JUNEC (Junta Nacional de Educação Cristã), órgão oficial do Conselho Nacional, desde fevereiro de 2006.
Volume 79 - A BATALHA PELA FÉ


APRESENTAÇÃO

“Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 1.3).

O texto acima citado pode representar toda a carta de Judas, porque é praticamente um resumo de tudo que o apóstolo trata nos seus 25 versículos. Judas é um dos livros mais curtos do Novo Testamento, e seu conteúdo possui um paralelismo muito claro com a segunda carta de Pedro.

            Judas era meio irmão de Jesus Cristo. De forma indireta, ele diz isso, quando se identifica como “irmão de Tiago” (Jd 1.1; Gl 1.19), e nisso, percebemos seu profundo grau de maturidade espiritual. O conteúdo desta carta é de grande valor no aspecto apologético, visto que Judas confronta um tipo peculiar de heresia de seu tempo, que também está presente neste início de século, mas com outra “roupagem”, digamos assim.

            Louvamos a Deus pela vida do pastor Marcos André, porque se debruçou sobre as Escrituras, vários meses a fio, a fim de escrever essa preciosa revista, onde comenta, com rigor hermenêutico, versículo por versículo deste livro do NT que quase não é pregado ou estudado pela igreja atual. Cada lição destaca conceitos importantes da fé cristã, sobretudo, fornece-nos ferramentas ou subsídios teológicos necessários em nossa luta a favor da pureza doutrinária.

            Como disse antes, Judas combate a heresia do gnosticismo, e o Espírito Santo, por meio das lições aqui trabalhadas nos permite saber exatamente o que é o gnosticismo e como refutarmos esse desvio doutrinário. Creio que essa revista é mais uma daquelas que devemos manter em nossa biblioteca particular depois de estudá-la, porque se trata de um valioso comentário bíblico exegético.

            A expressão “exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (v. 3), indica que não temos apenas que pregar a Palavra de Deus, mas, que também devemos lutar contra os desvios doutrinários. E a melhor forma de combater heresias é conhecendo bem a doutrina bíblica. Neste ponto o pastor Marcos André aprofundou o assunto logo nas primeiras lições.

            O livro de Judas faz inúmeras referências ao Antigo Testamento, principalmente aquelas ligadas ao juízo de Deus, por exemplo, à rebelião cósmica de Satanás, à destruição das ímpias cidades de Sodoma e Gomorra e à geração de judeus que saíram do Egito e pereceram no deserto, entre outros, justamente para enfatizar um dos principais temas das Escrituras que tem relação com a nossa obediência a Deus.

            Mas talvez o que mais nos impressiona no livro de Judas são as citações proféticas do fim dos tempos, tais como: “... No último tempo, haverá escarnecedores (...). São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito” (Jd 1.18-19). E podemos estar certos de que Judas se refere, nessas profecias, a era final da Igreja ou ao tempo de apostasia que deverá anteceder a segunda vinda de Cristo (2Ts 2.1-12; 2Tm 3.1).

O estudo da carta de Judas levanta uma das mais importantes questões ligadas à tarefa da Igreja, pois que além de pregar o Evangelho de Cristo, também devemos edificar a fé dos santos. Em outras palavras, precisamos ensinar os crentes a respeito das doutrinas bíblicas, que Judas chama de “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd 1.3), uma vez que é justamente esse conhecimento que fornecerá “munição” na guerra contra a apostasia ou erro doutrinário dos últimos tempos (ex: 2Tm 4.1-4). Desejo a todos um bom estudo e pesquisa.

Pastor Walter Bastos;
Diretor JUNEC.
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Breve currículo do autor:


Marcos André é casado com Síntique Candido é pai de Estevão e Elisa Candido. Consagrado ao pastorado em 2007, o pastor Marcos André foi missionário na Alemanha entre os anos de 2010 e 2011. Atualmente, ele pastoreia a Igreja O Brasil Para Cristo na cidade de Nova Friburgo – RJ. Sua formação teológica inclui o mestrado de Teologia em Estudos Bíblicos pelo International Biblical University. Há alguns anos, o pastor Marcos tem exercido o seu ministério como autor de literaturas cristãs, dentre elas, os livros “A arte de recomeçar” e “Liderança contextualizada”. 
Volume 78 - QUESTÃO DE ESCOLHA




SUMÁRIO


- Lição 01 | A decisão trágica de Caim
- Lição 02 | Noé e a decisão de construir a arca
- Lição 03 | A decisão precipitada de Sara
- Lição 04 | A decisão corajosa de Josué
- Lição 05 | Acã e a decisão que vira tragédia
- Lição 06 | Calebe e a decisão de conquistar Hebrom
- Lição 07 | Saul e a decisão de oferecer sacrifício sem obediência
- Lição 08 | A decisão de Eliseu de seguir Elias
- Lição 09 | A decisão inescrupulosa de Geazi               
- Lição 10 | A decisão abençoadora de Rute
- Lição 11 | A decisão mal intencionada de Tobias e Sambalate
- Lição 12 | A decisão de Neemias de concluir o muro
- Lição 13 | A decisão do povo em construir um ídolo


APRESENTAÇÃO

Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24.15).

É correto dizer, que na vida tudo é uma questão de escolha, e também afirmamos que é possível fazer boas escolhas sempre, mas somente se Deus participar delas, ou seja, se Ele for consultado e a sua decisão for levada a sério. Aliás, Deus quer nos guiar, orientar, enfim, nos dirigir em todas as decisões importantes da vida; vejamos: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho” (Sl 32.8). A Bíblia diz que: “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Pv 14.12). A palavra “caminho” neste caso significa estilo de vida e também inferimos que “caminho” é o mesmo que decisão, escolha ou opinião.

            Não é possível fazer escolhas baseadas naquilo que “parece” certo, bom ou correto, porque não temos segurança para afirmar se aquilo é de fato certo, bom ou direito. Então, dependemos de algo ou de alguém mais vivido, sábio e experiente do que a gente para nos ajudar em nossas decisões. E é ai que entra a Bíblia Sagrada, porque Deus mesmo nos orienta ou fala, em primeiro lugar, usando a Sua palavra escrita (Sl 119.105), depois, de acordo com nossa maturidade espiritual, ou se possuirmos “ouvidos sensiveis”, poderemos ouvir a voz do Seu Espírito “testificando com o nosso espírito” (Rm 8.16).

            De qualquer modo, mais cedo ou mais tarde precisaremos tomar decisões na vida, por exemplo, a quem diremos “sim” diante do altar de Deus, ou na hora de fechar negócios, fazer viagens, escolher o curso superior ou a carreira profissional que norteará nossa vida inteira. Seja como for, têm decisões que podem ser revogadas, e outras não. Por exemplo, podemos devolver o carro ou produto recem comprado se ele não estiver rigorosamente de acordo com o manual do fabricante, mas há também decisões que não podem ser mudadas, por exemplo, depois da morte fisica não é possível mudar o destino (Lc 16.19-31).

            Como falamos antes, tudo depende de escolhas, boas ou ruins, temporárias ou eternas, e à medida que vamos envelhecendo é correto buscar de Deus mais sabedoria (Tg 1.5), a fim de “alcançarmos coração sábio” (Sl 90.12), pois é justamente essa condição que faz toda diferença na hora das decisões difíceis. Definimos sabedoria como a capacidade de fazer boas escolhas, pois a verdadeira sabedoria ou como diz a Bíblia à “sabedoria lá do alto” (Tg 3.17), que vem de Deus está diretamente associada ao temor a Deus, a prudência, ao discernimento e juizo de valor, a simplicidade (contentamento), entre outras qualidades.

            Por isso, justifica-se a presente revista de estudos da Bíblia, visto que o autor, pastor Adalton Sant’anna, se dedicou por vários meses à pesquisa de inúmeros casos descritos nas Escrituras para que possamos pensar e refletir muito antes de tomarmos decisões. Por exemplo, que lições extraimos da trágica escolha de Caim, que resolveu ser desleixado com as coisas de Deus (ex: ofereceu qualquer coisa para Deus – Gn 4.3), e depois de ser rejeitado pelo Senhor, movido por ciúmes e inveja, decidiu matar seu irmão Abel.

            Por que Acã resolveu desobedecer ao veto divino ficando com objetos que estavam destinados ao tesouro de Deus? (Js 6.19). Quantas pessoas sofreram em razão dessa desastrosa escolha? Por outro lado, a Bíblia também fala de escolhas dignas, altruístas como a de Rute e de Eliseu. Que bela motivação estava por tráz da decisão de Rute em seguir sua sogra Noemi? (Rt 1.16-17). Desprendimento, alegria em atender ao chamado de Deus, prazer de aprender das coisas de Deus com um grande profeta, são algumas das atitudes que basearam a decisão de Eliseu de abandonar seu modo de vida e seguir o profeta Elias (1Rs 19.21).

Na eternidade passada, Jesus escolheu vir a esse mundo, assumir a forma humana e vencer o pecado por meio da sua morte e a Bíblia diz que Ele baseou sua escolha em puro amor (Jo 1.1-12; 3.16). Portanto, decida estudar até o fim cada lição desta revista; e aprenda com os conselhos dados pelo autor a tomar decisões baseadas na oração (com paciência) e segundo a bendita Palavra de Deus (Rm 14.17).

Pastor Walter Bastos; Diretor JUNEC.
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Breve currículo do autor: Adalton Sant´Anna, casado com Luciana, pai de três filhos: Bruna, Thiago e Letícia é pastor-presidente da Igreja O Brasil Para Cristo, na cidade de São Leopoldo/ RS desde 2004. Líder da região da grande Porto Alegre (2006-2014), formado em teologia pelo Seminário Beréia – Porto Alegre/ RS (1987), e também pelo STERGS (1998), com várias especializações pelo EST. Diretor do Seminário Beréia no período de 1989 a 2004. Membro da JUNEC desde 2012.

3 de fev de 2015

VOLUME 77 - A DOUTRINA BÍBLICA DA SANTIDADE


- Lição 01 | Santidade no Antigo Testamento
- Lição 02 | Santidade no Novo Testamento
- Lição 03 | Ser santo é um mandamento divino
- Lição 04 | Sem santificação ninguém verá a Deus
- Lição 05 | Profano é o contrário exato de santo
- Lição 06 | A Palavra de Deus santifica
- Lição 07 | A oração santifica
- Lição 08 | O louvor santifica
- Lição 09 | O Espírito Santo como agente santificador
- Lição 10 | Santificação progressiva
- Lição 11 | Conceitos errados sobre santificação
- Lição 12 | Santificação do corpo
- Lição 13 | Atraindo os perdidos a Cristo através da santificação

APRESENTAÇÃO

“O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5.23).

Deus criou o homem em absoluta santidade (Gn 1.27), por isso, Adão comungava ou vivia em total comunhão com Ele no Jardim do Éden. Mas com o advento do pecado esse maravilhoso estado de pureza moral e espiritual se acabou e o relacionamento entre o Criador e a sua principal criatura ficou definitivamente arruinado. A primeira consequência disso, sofrida pelo homem foi a expulsão do jardim de Deus (perda da comunhão) e a morte física foi a sentença final (Gn 2.17; 3.7-10).

Daquele ponto em diante o homem se afastou mais e mais do seu Criador (Gn 6.5). Mas antes que Adão e Eva saíssem em definitivo do Jardim, o Senhor misericordioso e bom fez a seguinte promessa remidora para eles e suas gerações: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3.15). Com outras palavras, a promessa em foco trata da oportunidade que Deus daria ao homem para regressar ao seu estado original.

Jesus Cristo é a “semente da mulher”. Ele é o Messias de Deus que haveria de vir, e por meio da sua morte vicária e expiatória, resgatar para Deus todos aqueles que creem Nele (Rm 5.1). Assim, por meio do novo nascimento (2Co 5.17), passamos a ser filhos de Deus (Jo 1.12), nascidos de uma “semente não corruptível” (1Pe 1.23), também chamada de “semente divina” (1Jo 3.8-10), a fim de vivermos em novidade de vida (Rm 6.). Uma vez redimido, salvo, a “natureza divina” se espalha, digamos assim, por todo o nosso ser (2Pe 1.4), por isso, nossos sentimentos, pensamentos e desejos começam a mudar.

É O Espírito Santo o agente dessa mudança, desde a nossa conversão a Cristo (Jo 3.5), até a nossa completa glorificação (Rm 8.30; Fp 3.20-21). Ele é santo, por isso, o nosso relacionamento com Ele é decisivo para sermos santo também. Se pudéssemos resumir a obra da santificação em poucas palavras, diríamos que seria mais ou menos a seguinte: completo assemelhamento com Jesus Cristo.

Em outras palavras, Adão era a “imagem e semelhança” de Cristo (Gn 1.27). Ele pensava, sentia, falava e reagia as diversas situações do seu cotidiano, exatamente como Deus o havia criado, ou seja, com total beleza moral e ética. Livre de caprichos ou vaidades mundanas, livre de sentimentos e atitudes erradas ou pecaminosas. Adão e Eva eram puros, inocentes como um bebê.

Em Santidade – O processo de Assemelhamento com Jesus Cristo; empreenderemos uma interessante jornada bíblica para descobrir o conceito correto de santidade; os “instrumentos” que o Espírito de Deus emprega para nos santificar; a santidade como uma evidência da nossa salvação; entre outros temas de igual importância. Uma pista, se é que podemos assim dizer, com relação à nossa santificação ou mudança de caráter, é emprestada dos vários aspectos do “fruto do Espírito”, descritos na carta aos Gálatas. De fato, uma pessoa amorosa, fiel ou leal, alegre, tranquila, temperante, bondosa, mansa e autocontrolada tem razoável semelhança com o Senhor Jesus Cristo.

Portanto, é nas Escrituras Sagradas que mergulharemos para descobrir, sob a iluminação do Espírito Santo, o que é santidade e como o processo de santificação ocorre. Isso é importante, pois nos liberta de vários erros e ou pré-conceitos (ex: a lista dos “não pode ou é proibido”), que agregamos à nossa vida ao longo dos anos. Alguém disse acertadamente que santificação é o mesmo que dizer “sim para Deus”, em outras palavras, quando decidimos obedecê-Lo, o processo de mudança, pois santificação é mudança contínua, tem livre curso e é menos doloroso para todos. Então, bom estudo e pesquisa.

Pastor Walter Bastos;
Diretor JUNEC

17 de out de 2014

AGENDA CONSELHO NACIONAL 2015



AGENDA CONSELHO NACIONAL 2015


Agenda do Conselho Nacional das Igrejas Evangélicas Pentecostais O Brasil Para Cristo.  

  • Em Couro (material nobre); 
  • Miolo conteúdo 2015;
  • Mensagem do Presidente do Conselho Nacional;  
  • Diretoria Executiva;  
  • Caneta personalizada e recarregável;
  • Temos o miolo também a disposição para quem adquiriu a agenda em 2014.


VOLUME 76 | LIVRO DO PROFETA JONAS



SUMÁRIO

- Lição 01 | A fuga da presença do Senhor
- Lição 02 | Tempestades na vida
- Lição 03 | Dormindo na tempestade
- Lição 04 | Atos de desobediência colocam em perigo outras pessoas
- Lição 05 | Nossos atos de desobediência enfrentarão o juízo de Deus
- Lição 06 | Deus é o autor da possibilidade de salvação
- Lição 07 | O arrependimento dos pecados é a chave para o recomeço
- Lição 08 | O Deus da segunda chance
- Lição 09 | A universalidade da graça de Deus
- Lição 10 | A continuação do processo em Jonas
- Lição 11 | Jonas e a inversão de valores
- Lição 12 | Jonas e Jesus
- Lição 13 | Jonas e a missão da Igreja


Em: Livro do Profeta Jonas – Um retrato da insistente graça de Deus, a professora Marta Suana nos convida a mergulhar na conturbada história de Israel do Norte e reconhecer as lições espirituais que precisamos assimilar para vivermos no centro da vontade de Deus, sobretudo, no que diz respeito à evangelização mundial. 

Então bom estudo e pesquisa.

CARTAZ QUE ACOMPANHA PARA DIVULGAÇÃO!


Pastor Walter Bastos; Diretor JUNEC.


Já estamos atendendo todo o Brasil com esse material que finda o último trimestre de 2014 -Acompanhe os temas no Cartaz!


Breve currículo da autora: 

Marta Maria da Silva Suana. Casada com o pastor Samuel Suana, mãe de Flórence e Asaph. Bacharel em Teologia pelo Instituto Bíblico das Assembléias de Deus em Pindamonhangaba/ SP, com complementação teológica pela Universidade Metodista de São Paulo em São Bernardo do Campo. Pós-graduação em História e Teologia do Protestantismo no Brasil pela Faculdade Teológica de São Paulo. Trabalhou durante 20 anos como professora de História da Igreja, no Instituto Bíblico das Assembleias de Deus em Pindamonhangaba/ SP. Coopera com todas as atividades pastorais na OBPC de Pindamonhangaba desde 1997.

24 de jul de 2014

EDIÇÃO 75 - ESTUDOS DA BÍBLIA

FIDELIDADE
O elo que mantém o cristão ligado a Deus




SUMÁRIO

- Apresentação
- Lição 01 | Fidelidade à visão
- Lição 02 | Unidade no propósito
- Lição 03 | Crente útil: a fidelidade no chamado
- Lição 04 | Perseverança na doutrina
- Lição 05 | Fidelidade a Deus
- Lição 06 | Perseverança na missão
- Lição 07 | Fidelidade na família
- Lição 08 | Fidelidade ao próximo
- Lição 09 | Perseverança na santidade
- Lição 10 | Fidelidade como fruto do Espírito
- Lição 11 | Perseverança na fé
- Lição 12 | Conceito de fidelidade no Antigo Testamento
- Lição 13 | Perseverança como elemento para salvação
- Ferramentas para o professor
- Referências bibliográficas
- Lista de abreviaturas

APRESENTAÇÃO

“Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus. Ora, além disso, o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel” (1Co 4.1, 2).

A palavra fidelidade significa: “Qualidade de fiel, de permanecer firme em suas obrigações, crenças e convicções. Observância estrita de promessas, deveres, obrigações, costumes etc.” (Dicionário Sacconi). No original grego do NT, encontramos o termo “pistis” em Gálatas 5.22, vejamos: “Mas o fruto do Espírito é (...) fidelidade...”. Curiosamente “pistis” também é a palavra grega traduzida em nossa língua para fé (Rm 3.25).

Perseverança é a segunda palavra mais trabalhada nesta revista, exatamente porque é sinônima de fidelidade. Só podemos ser fiel se perseverarmos em nossa obediência a Deus nos momentos de lutas e ou dificuldades. A Bíblia diz que fidelidade é parte da natureza de Deus: “Saberás, pois, que o Senhor, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos” (Dt 7.9). Mas essa virtude de caráter também é comunida aos crentes piedosos: “E Moisés era fiel, em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que haviam de ser anunciadas” (Hb 3.5).

Em Fidelidade: o elo que mantém o cristão ligado a Deus, o pastor José Hélio discorre nas lições que se seguem a respeito da importância de nos mantermos leais, fieis ou obedientes à Palavra escrita de Deus, no meio de uma geração corrompida e absolutamente distante do seu Criador. Se não bastasse o crescimento do pecado em nossos dias, como evidência de que vivemos nos “últimos tempos” (Mt 24.12), a Igreja deste início de século, de certa forma, vive claramente sob a influência, se é que podemos assim dizer, da chamada “era de Laodicéia” (Ap 3.14-22), num estado deprimente de mornidão doutrinária (2Tm 4.3-4).

Jesus comparou seus verdadeiros discípulos ao “sal da terra e a luz do mundo” (Mt 5.14, 15), e essas figuras falam respectivamente de caráter e testemunho. Não podemos negligenciar os valores absolutos do cristianismo bíblico e nem prejudicar o testemunho cristão para sermos aceitos pelo mundo. John Bunyan em seu livro O Peregrino, descreve uma personagem chamada “fiel até a morte” que ajudou o peregrino (cristão) a chegar ao seu destino final, a cidade celestial. De fato, nesses tempos conturbados em que vivemos; Deus espera que sejamos cristãos “fieis até a morte”. Jesus advertiu aos seus discípulos com relação à expectativa que Deus guarda com relação à nossa fidelidade nos tempos que antecederão a segunda vinda de Cristo: “Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lc 18.8).

Não é possível provar nossa fé ou fidelidade a Deus sem sermos testados. Esses testes ou provações são permitidos e monitorados por Deus (1Co 10.13), com o objetivo de “lapidar” o nosso caráter, desenvolver a nossa salvação (Fp 2.12) e principalmente aprofundar a nossa espiritualidade em Deus. Como Deus desenvolve paciência nos seus filhos? Permitindo lutas e tribulações, obviamente! Por mais dura que seja essa verdade é exatamente nessas horas que a nossa fidelidade aparece.

Cada lição foi cuidadosamente preparada para nos ajudar a compreender o desafio de sermos fieis a Deus em tudo (ex: chamada ao ministério, na família, na doutrina etc.), mas não estamos sozinhos nessa peleja, o Espírito Santo está conosco, fiel companheiro de todas as horas, sempre nos animando, consolando e exortando. Caro estudante das Escrituras, desfrute das lições que se seguem e aprofunde os seus conhecimentos, pois isso é fundamental para manter a tua fidelidade a Deus em todos os sentidos.

Pastor Walter Bastos;
Diretor JUNEC.

Breve currículo do autor:
José Hélio de Lima, Pastor da Igreja O Brasil Para Cristo Central de Telêmaco Borba – PR; Coordenador Nacional do Instituto Bíblico O Brasil Para Cristo (IBBC); Teólogo, conferencista e escritor; Graduado pela Faculdade Teológica Batista do Grande ABC (1995) e pela Universidade Metodista de São Paulo (2006); Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo (2008), com especialização em comunicação religiosa entre os pentecostais brasileiros e historiografia da Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil Para Cristo e seu fundador Missionário Manoel de Mello. Membro da Junec.

11 de abr de 2014

MANUAL DO DIÁCONO - EDIÇÃO DO ALUNO


SUMÁRIO

- Prefácio
- Apresentação
- Introdução
- Capítulo 01 | O ministério diaconal no Antigo Testamento
- Capítulo 02 | O ministério diaconal no Novo Testamento
- Capítulo 03 | Qualidades essenciais do diácono
- Capítulo 04 | Responsabilidades básicas do diaconato
- Capítulo 05 | Diaconia feminina
- Capítulo 06 | Advertências importantes no exercício do diaconato
- Capítulo 07 | A família do diácono
- Capítulo 08 | Jesus Cristo: O diácono por excelência
- Capítulo 09 | Eleição ou consagração diaconal?
- Capítulo 10 | A escolha de novos diáconos
- Capítulo 11 | O comportamento social do diácono
- Capítulo 12 | Diácono: Um substituto à altura

- Capítulo 13 | Diácono nota dez

Parte do Prefácio: 

"Quem lê este livro terá uma completa introdução ao ensino da Bíblia sobre serviço, auxílio, e principalmente sobre oficiais da igreja chamados diáconos. Examine os títulos dos capítulos deste manual e logo saberá o que o autor trata com tanta destreza e profundidade. Estou convencido, depois da leitura deste material, que não deve haver qualquer denominação no Brasil que tenha uma abordagem tão completa e excelente como este estudo para orientar seus diáconos sobre as qualificações e responsabilidades desse ofício."

Russell Shedd, Ph.D.

MANUAL DO DIÁCONO - VOLUME DO PROFESSOR


SUMÁRIO

- Prefácio
- Apresentação
- Introdução
- Capítulo 01 | O ministério diaconal no Antigo Testamento
- Capítulo 02 | O ministério diaconal no Novo Testamento
- Capítulo 03 | Qualidades essenciais do diácono
- Capítulo 04 | Responsabilidades básicas do diaconato
- Capítulo 05 | Diaconia feminina
- Capítulo 06 | Advertências importantes no exercício do diaconato
- Capítulo 07 | A família do diácono
- Capítulo 08 | Jesus Cristo: O diácono por excelência
- Capítulo 09 | Eleição ou consagração diaconal?
- Capítulo 10 | A escolha de novos diáconos
- Capítulo 11 | O comportamento social do diácono
- Capítulo 12 | Diácono: Um substituto à altura

- Capítulo 13 | Diácono nota dez

Parte do Prefácio: 

"Quem lê este livro terá uma completa introdução ao ensino da Bíblia sobre serviço, auxílio, e principalmente sobre oficiais da igreja chamados diáconos. Examine os títulos dos capítulos deste manual e logo saberá o que o autor trata com tanta destreza e profundidade. Estou convencido, depois da leitura deste material, que não deve haver qualquer denominação no Brasil que tenha uma abordagem tão completa e excelente como este estudo para orientar seus diáconos sobre as qualificações e responsabilidades desse ofício."

Russell Shedd, Ph.D.

EDIÇÃO 74 - CARTAS DO APÓSTOLO JOÃO




Apresentação

Lição 01 | Jesus, a palavra que se tornou carne          Lição 02 | A gloriosa natureza dos filhos de Deus
Lição 03 | Jesus, o nosso Advogado
Lição 04 | O amor de Deus: o distintivo do cristão
Lição 05 | Afastamento do mundo: condição essencial para agradar a Deus
Lição 06 | A mentira e seus agentes
Lição 07 | A natureza espiritual dos filhos de Deus
Lição 08 | A sutileza do engano e seus efeitos funestos
Lição 09 | A manifestação do amor de Deus através da vida regenerada       Lição 10 | A fé em Jesus e seus gloriosos resultados
Lição 11 | O poder da oração na vida cristã
Lição 12 | As vias para a saúde da Igreja
Lição 13 | Os líderes da Igreja são servos do Senhor

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os
pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1.9).

O texto supra poderia ser o versículo-chave para representar todas às três cartas do apóstolo João, claro que, há outros muito concorridos (ex: 2Jo 1.6; 3Jo 1.4) e igualmente maravilhosos, porém, quando João fala do perdão de Deus, fala também do Seu amor e justiça. Por meio do perdão nós experimentamos o amor divino e nos tornamos capazes de amar os nossos semelhantes (veja: 1Jo 3.16-18).

            João é o apóstolo do amor, pois desde o tempo do seu discipulado com Jesus, ele já era identificado com o amor de uma forma muito especial (ex: Jo 13.23; 19.26). Seja como for, João é um dos escritores do NT a quem Deus mais usou para tratar deste tema da vida cristã (Jo 13.34, 35; 1Jo 4.7-21). Além de escrever as três epístolas universais, como são conhecidas, João também escreveu o quarto evangelho (também conhecido como Evangelho do Filho de Deus) e o livro do Apocalipse (Ap 1.1).

            Jesus Cristo teve muitos discípulos (Lc 10.1), destes, havia um grupo seleto que mais tarde foram denominados “os doze” (Lc 9.1), e entre eles o Mestre mentoreou, digamos assim, três, ou seja, Pedro, Tiago e João (Mt 17.1). Segundo a tradição da Igreja, João foi o último dos apóstolos a morrer e a mesma fonte, informa-nos que ele morreu em avançada idade.

            Louvamos a Deus pela vida do pastor Samuel Suana que se debruçou sobre a Bíblia por muitas semanas, a fim de escrever a presente revista, sobretudo, pelas belíssimas lições que o Espírito de Deus o iluminou a compor. Em suas próprias palavras, o pastor Samuel, relata que as cartas do apóstolo João possuem preciosas lições que devem ser valorizadas nesse momento da Igreja. Como já foi dito, a sua ênfase principal foi o amor. João acreditava que a prática dessa virtude estabelecia o diferencial na Igreja. Ele também atrelou a esse aspecto da fé cristã outros temas relevantes que contribuíram para que a Igreja estivesse mais próxima de Jesus e alicerçada no propósito divino. João falou da Verdade; alertou contra os falsos mestres; reafirmou a divindade do Senhor Jesus e motivou a Igreja a viver a verdadeira espiritualidade.

Em Cartas do apóstolo JoãoUm chamado ao compromisso com a verdade, o amor e o serviço, o pastor Samuel objetiva despertar os leitores e estudiosos das Escrituras a viver mais intensamente o amor de Deus no seu dia a dia, de maneira real e prática, como João alerta nos seguintes termos: “Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade” (1Jo 3.18). Além do tema do amor, a presente revista trata forte do combate aos falsos ensinos, que alias, são muito correntes em nosso tempo, mais do que em qualquer geração da Igreja (1Tm 4.1).

O estudo sistemático ou expositivo das Escrituras é de longe o mais produtivo de todos os outros métodos. Portanto, prezado aluno, aproveite cada palavra, conceito e temas da doutrina cristã, explanadas nas 13 lições que se segue. Esta revista é o tipo de literatura que não pode ser descartada, digamos assim, depois que terminar o trimestre de estudos, mas deve estar ao lado de comentários bíblicos que mantemos nas nossas bibliotecas, pois o pastor Samuel percorreu cada um dos capítulos e assuntos das três epístolas de João, a fim de extrair o máximo de lições e aplicações para a vida cristã. O que quero dizer, é que os estudos aqui apresentados também servem como base para futuras pesquisas na preparação de novos estudos e sermões.

Então bom estudo e pesquisa.
Pastor Walter Bastos;

Diretor JUNEC

Breve currículo do autor:


Samuel Suana é casado com Marta Maria da Silva Suana, pai de Flórence (17) e Asaph (09). É formado em Teologia (IBAD), Pedagogia (UNITAU), e pós-graduado em Didática do Ensino Superior (FASC). Especializou-se em Psicologia Pastoral pelo CEM (Centro Evangélico de Missões - Viçosa MG). Pastoreia a OBPC de Pindamonhangaba - SP desde 1997 e atuou no ensino teológico (IBAD – Instituto Bíblico das Assembleias de Deus) de 1991 a 2011. Membro da JUNEC.

15 de jan de 2014

73 - MISSÕES ATÉ O FIM




 APRESENTAÇÃO

“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt 24.14).

Fazer missões é o mesmo que pregar o evangelho, ser testemunha de Cristo e fazer discípulos de todas as nações (Mt 28.19, 20 e At 1.8). Mas, temos que fazer isso em todos os lugares do mundo, sobretudo, naqueles onde o testemunho cristão é fraco ou inexiste. Parte da Igreja do nosso tempo está com os olhos numa região difícil do planeta e muitos esforços têm sido desprendidos para se alcançar, por exemplo, o mundo muçulmano (ex: árabes), hindu (Índia), budista e comunista (China e Coréia do Norte). Inclusive, esta vasta região do mundo é conhecida – em linguagem missionária – como: “cinturão de resistência”.

            Apesar de haver muita gente séria batalhando em prol da obra missionária no Brasil e no mundo, afirmamos sem medo de errar, que é uma parcela muito pequena da Igreja. Destes, a maioria são evangélicos de origem histórica ou tradicional (ex: batistas e presbiterianos). Se fizermos uma pesquisa, facilmente constataremos que a maioria das igrejas pentecostais se quer realizam conferências missionárias. Nós, os pentecostais, somos pujantes no evangelismo de impacto (ex: campanhas de curas e libertações) e até na evangelização pessoal, mas estamos muito aquém dos nossos irmãos tradicionais no quesito de missões, principalmente no tocante à conscientização e no levantamento de recursos para esse fim.

            Em razão deste fato, a publicação dessa revista se justifica. Precisamos crescer em missões nacionais e transculturais, urgente. Projetos sérios não faltam, como os apresentados, por exemplo, pela Missão Desafio, Operação Mobilização (OM), Missões Horizontes, Missão Antioquia, entre outras.

            Por outro lado, não falta gente na igreja que acredita que missões é alguma espécie de ajuda humanitária que as agências missionárias prestam para os países pobres da África ou Ásia, já outros, pensam que há tanta gente precisando ser evangelizada no Brasil, que é um absurdo enviar pessoas e recursos para outros países. Infelizmente existem outros cristãos que pensam que os índios não devem ser incomodados, porque eles vivem do modo como vivem a milhares de anos, aliás, muito bem obrigado.

            Pensamentos como estes são mais comuns do que imaginamos. Mas isso ocorre, em parte, por falta de instrução ou ensino sobre o assunto. Por essa razão, escolhemos comentar na presente revista temas como a base bíblica de missões, a grande comissão, a evangelização por relacionamento, o chamado divino para a obra missionária e finalizamos com um estudo sobre missões na perspectiva escatológica (missões até o fim). Por mais que reconheçamos a iminente volta de Cristo, por causa dos sinais indicadores (Mt 24.3-48), aliás, muito comuns em nossos dias (ex: falsos profetas, terremotos, epidemias, aumento do pecado), isso só ocorrerá depois que a Igreja completar a sua missão evangelizadora no mundo (Mt 24.14).

A Igreja primitiva cumpriu, com louvor, a tarefa missionária, e os cristãos de dois séculos atrás também foram fieis a Deus, por isso, o evangelho chegou até nós aqui no Brasil. Enquanto poucos (verdadeiros “remanescentes”) sofrem em razão da precariedade do trabalho missionário, outros (a maioria) nem se dão conta da monumental obra por se fazer. Os estudos: o drama de Jonas e a crise missionária da igreja e a desobediência missionária, mostrarão que uma parte daqueles que sentam nos bancos das nossas igrejas, jamais moveram um palha por missões, porque estão mais preocupados consigo mesmos ou porque a opinião de seus familiares (crentes ou não) é mais importante para eles do que a de Jesus Cristo. Isso é uma vergonha!

Certa pesquisa revelou que 20% da igreja faz 80% do trabalho. Que eu e você sejamos parte do grupo que vai ouvir de Cristo, no dia do julgamento das nossas obras, o seguinte: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco (a obra missionária), sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.21).

Pastor Walter Bastos; Diretor JUNEC.

- Apresentação

- Lição 01 | A base bíblica de missões

- Lição 02 | A grande comissão

- Lição 03 | A tarefa missionária

- Lição 04 | Poder para cumprir a missão

- Lição 05 | A missão da Igreja num mundo perdido

- Lição 06 | Missão resgate

- Lição 07 | Ganhar almas

- Lição 08 | Evangelização por relacionamento

- Lição 09 | O poder do testemunho cristão

- Lição 10 | O drama de Jonas e a crise missionária da igreja

- Lição 11 | Desobediência missionária

- Lição 12 | A chamada divina para missões

- Lição 13 | Missões até o fim

11 de dez de 2013

Edição 72 - Fé e Ciência


Edição 72 - FÉ E CIÊNCIA 

“... o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas...” (Rm 1.19-20).

Não há qualquer contradição entre a fé bíblica e a verdadeira ciência ou o conhecimento científico sério. Na verdade, o que existe mesmo são pessoas que se recusam a crer no Deus da Bíblia, então, usam argumentos “científicos” para negá-lo. Deus não tem que provar a ninguém que existe, mas é muito fácil descobrir esse fato analisando, por exemplo, a criação ou aquilo que a Bíblia declara ser a obra das mãos de Deus. Um famoso cientista do passado declarou o seguinte sobre isso: “Quanto mais eu estudo a natureza mais fico impressionado com a obra do Criador. Nas menores de suas criaturas Deus colocou propriedades extraordinárias...” (Louis Pasteur – 1822-1895/ via Internet).

Louvamos a Deus pela vida do pastor Carlos Vinicius que se lançou numa demorada e exaustiva pesquisa para escrever a presente revista. Cada capítulo aqui explanado tem o objetivo principal de revelar o perfeito sincronismo que há entre a fé bíblica e a ciência séria.

Não negamos que a ciência está muito presente em nosso cotidiano, e que ela existe mesmo para melhorar a nossa vida em muitos aspectos. No passado, por exemplo, uma pessoa poderia morrer de gripe e uma infecção de garganta já ceifou a vida de milhares, antes da invenção da penicilina. Mas muita gente que crê mais na ciência do que no Deus das Escrituras, acabam chegando à triste realidade de que a ciência é limitada e não pode preencher o vazio que há na alma humana (Sl 100.3).

Nossa base de fé e prática é e sempre será a Palavra de Deus, é nela que estão baseadas as nossas crenças (ex: salvação e vida eterna com Jesus; céu e inferno etc.) e esperança para o aqui e agora e também em relação ao futuro. Como disse antes, não é pequeno o número de pessoas que manifestam dificuldade para crer nas Escrituras. Por outro lado, essas mesmas pessoas são, digamos assim, escravas da ciência. Mas será que precisamos de “apoio” cientifico para crer em Jesus? Absolutamente não! Não é a fé (bíblica) que se rende a ciência, mas o contrário é verdadeiro, pois, a Palavra de Deus é a verdade absoluta.

É a Bíblia que dá a melhor definição do que é fé; vejamos: “A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver” (Hb 11.1 – NTLH). A fé é comunicada ao homem pelo próprio Deus. A salvação em Cristo produz a chamada “fé salvadora” (Rm 10.17), que pode crescer e se fortalecer, à medida que aprofundamos a nossa devoção a Deus, pela oração e estudo meditativo e aplicativo das Escrituras.

Qualquer dicionário do vernáculo traz definições sobre o que é ciência; mas vejamos um exemplo em especial: “Conjunto de conhecimentos sistemáticos, decorrentes de estudos, observações, experimentos etc.; Ramo de conhecimento que sistematiza fatos, princípios e métodos” (Dicionário Sacconi).

O estudo a respeito da fé e ciência é demoradamente trabalhado nos treze capítulos desta revista. Seu autor, um estudioso do tema, depois de anos de pesquisa nos brinda com temas valiosos, como a precisão da Bíblia (lição 3), a vida pré-histórica (lição 8), as falsas ciências (lição 10), entre outros. Portanto, só nos resta “beber” dessa fonte e compartilhar com outros que estão igualmente sedentos do conhecimento que lhes fará crescer na sua vida espiritual e melhorar o seu entendimento de temas ligados à verdadeira ciência.

Pastor Walter Bastos;
Diretor JUNEC

 Tema dos Estudos: 

- Lição 01 | FÉ E CIÊNCIA
- Lição 02 | A RELIGIÃO CIENTÍFICA
- Lição 03 | A PRECISÃO DA BÍBLIA
- Lição 04 | CIÊNCIA E SABEDORIA
- Lição 05 | CIÊNCIA ACIMA DA FÉ: PERIGO!
- Lição 06 | COMO TUDO COMEÇOU
- Lição 07 | SERIA FATO A TEORIA?
- Lição 08 | A VIDA PRÉ-HISTÓRICA
- Lição 09 | OS SEIS DIAS DA CRIAÇÃO
- Lição 10 | AS FALSAS CIÊNCIAS
- Lição 11 | A CIÊNCIA NOS DIAS ATUAIS
- Lição 12 | A CIÊNCIA NOS ÚLTIMOS DIAS
- Lição 13 | A FÉ NOS DIAS ATUAIS E NOS ÚLTIMOS DIAS

A Sabedoria de Deus nos Salmos Vol. 2

“A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices” (Salmo 19.7).

Estudar o livro dos Salmos é prazeroso, e, vezes sem conta, deparamo-nos com situações vividas pelos autores que se assemelham em muito com a nossa, e é precisamente nessas horas que o nosso coração se enche de alegria, porque o Espírito Santo nos conforta, anima e revela a saída para vencermos as lutas de todo tipo (ex: Sl 13). Paulo afirma que sentia “prazer nas tribulações” (Rm 5.3), e mais a frente justifica isso dizendo, que a tribulação produz “experiência e esperança” (Rm 5.4). São essas experiências com Deus que nos permitem crescer (2Pe 3.18), amadurecer e adquirir sabedoria prática.

A nossa jornada nesse mundo, será muito mais proveitosa se aprendermos a absorver ou extrair das circunstancias da vida o máximo de lições espirituais possíveis. Deus deu a Salomão essa capacidade, e ele as registrou principalmente no livro de Eclesiastes e Provérbios. Alguém já disse a célebre frase: “Quem não aprende nada com as lutas, será sempre uma criança”.

Os dicionários do vernáculo dão uma definição muito simplória da palavra sabedoria e até mesmo vexatória (pelo conceito popular do termo). Mas diferente disso, o Dicionário Vine conceitua o termo sabedoria (derivado do hebraico: hokmãh – Êx 28.3) da seguinte forma: “é o conhecimento e a habilidade de fazer escolhas certas no momento oportuno. A consistência de fazer a escolha certa é indicação de maturidade e desenvolvimento” (Dicionário Vine; p. 271).

            Deus é a sabedoria em pessoa, ela simplesmente é parte da sua essência (Jó 9.4; 12.13; Sl 104). Mas a Bíblia diz que, Ele tem prazer em compartilhá-la conosco, ou melhor, com quem a deseja ardentemente (Tg 1.5; Pv 1.20). Na vida tudo é uma questão de escolhas, boas ou ruins, certas ou erradas, enfim, seremos ovacionados ou criticados por causa das nossas escolhas. Mas somente faremos a escolha correta se permitirmos Deus participar conosco dela. Se seguirmos seus conselhos, princípios, juízos e preceitos como bem afirma o salmista; vejamos: “Os teus mandamentos me fazem mais sábio que os meus inimigos...” (Sl 119.98).

A Sabedoria de Deus nos Salmos – Vol. 2 é na verdade a sequencia do primeiro volume de estudos que lançamos anteriormente. São mais 13 salmos analisados com detalhes, a fim de extrair o máximo de princípios que podem tornar nossa vida melhor e em muitos aspectos. O temor ao Senhor é o princípio da sabedoria, diz a Bíblia (Pv 1.7), então, o aprofundamento nesse temor ou reverência nos levará ao crescimento da sabedoria obviamente. Parece que era esse o caso do rei Davi, que em determinado momento da vida declarou ter apenas um desejo: “contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo” (Sl 27.4). De fato, é nessa profunda comunhão com Deus que aprendemos com Ele.

A Bíblia é um tesouro de sabedoria, uma fonte inesgotável de conselhos e orientações valiosas para a vida. É crível que os anjos de Deus participem conosco das celebrações ou cultos que oferecemos ao Senhor (Ef 3.10; 1Pe 1.12) com a finalidade de aprender um pouco mais da pessoa de Deus. Se tivéssemos semelhante postura, não perderíamos por nada as ministrações da Palavra de Deus. Deus não pode, de fato, ser conhecido na sua essência se Ele mesmo não “se deixar ser conhecido” (Is 29.13 e 14). Mas isso depende somente de quem o busca. Portanto, abra o seu coração, no estudo destes 13 salmos e permita ser trabalhado (mudado) pelo Espírito de Deus.

Pastor Walter Bastos;

Diretor JUNEC

- Lição 01 | A redenção do pecador/ Salmo 14
- Lição 02 | O cidadão dos céus/ Salmo 15
- Lição 03 | A resposta divina na hora da aflição/ Salmo 20
- Lição 04 | Clamor no dia da angustia/ Salmo 120
- Lição 05 | Deus é a nossa proteção/ Salmo 121
- Lição 06 | Jerusalém a cidade do Grande Rei/ Salmo 122
- Lição 07 | A dor do desprezo/ Salmo 123
- Lição 08 | O Senhor, nosso Libertador/ Salmo 124
- Lição 09 | Retrospectiva/ Salmo 126
- Lição 10 | O perdão incondicional de Deus/ Salmo 130
- Lição 11 | A bênção da união dos crentes em Cristo/ Salmo 133
- Lição 12 | A bênção sobre os peregrinos/ Salmo 134
- Lição 13 | Oração em meio ao desespero/ Salmo 142

10 de jun de 2013

Edição 70 - Profetas Menores



Edição 70 - Profetas Menores - Vozes que Clamam Por Transformação e
Compromisso do Povo de Deus na Atualidade



“Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq 6.8).

O texto supra, pode ser considerado o resumo do AT. O profeta Miquéias responde à religiosidade de fachada do rei e do povo de Judá e traz um conciso tratado da vontade de Deus em três pontos, isto é, precisamos ser justos, misericordiosos e humildes (veja Mt 23.23). Macarthur no comentário de rodapé do texto em estudo diz o seguinte: “A cegueira espiritual os havia levado a oferecer tudo, exceto aquilo que Deus queria: o compromisso espiritual sincero que resultaria no comportamento correto” (Bíblia de Estudo Macarthur; p. 1138). Deus não está interessado em “sacrifícios”, mas na obediência. Compromisso com Deus, mudança de vida e outros temas importantes da vida cristã são tratados pelo professor e pastor Samuel Suana na presente revista. Ele “emprestou” a voz dos profetas menores para clamar por restauração na igreja moderna. O salmista também fez isso em seu próprio tempo quando escreveu: “restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes do Neguebe” (Sl 126.4). Há riachos no Neguebe que ficam secos no verão, mas quando as chuvas da primavera chegam eles ficam cheios novamente e toda vida retorna (ex: plantas, peixes,flores, borboletas e pássaros etc.). Tiago profetizou que antes da vinda de Cristo haverá uma chuva maravilhosa de avivamento no meio da Igreja (Tg 5.7). Os profetas menores são em número de doze (12) e estão todos no AT. Vão de Oséias a Malaquias. São assim chamados em razão do reduzido conteúdo que há em cada um deles. O pastor Samuel trabalha os principais temas de cada livro, objetivando destacar verdades ou lições espirituais que nos levam a uma profunda reflexão da nossa vida com Deus. Esses profetas pertencem a três grupos, ou seja, os que profetizaram a Israel do Norte (Jonas, Amós e Oséias), a Judá (Obadias, Joel, Miquéias, Naum, Habacuque e Sofonias), e os pós-exílicos (Ageu, Zacarias e Malaquias). É fato que esses doze profetas do AT são pouco estudados pela maioria dos cristãos desse início de século. Se perguntarmos na igreja quem sabe descrevê-los na ordem própria, poucos conseguirão essa façanha. Por isso e muito mais, louvamos a Deus pela iniciativa do pastor Samuel em estudar esta valiosa parte das Escrituras Sagradas e nos presentear com tão belas lições. O amado estudante da Palavra de Deus perceberá a relevância dos assuntos tratados, sobretudo, o quão atual eles são, por exemplo, no livro do profeta Oséias é possível notarmos o perigo que corremos de “dividir” o nosso amor a Deus com pessoas ou coisas deste mundo perdido. Deus não aceita dividir a nossa lealdade (devida somente a Ele) com nada e nem ninguém (Os 10). O profeta Joel também trata da grave crise moral, econômica e outras que a nação de Judá vivia e nós também podemos traçar um paralelo com tudo isso, observando a grave situação do mundo e principalmente da Igreja em nosso tempo. Vamos usar o seguinte conselho do profeta Oséias, como ponto de partida para o estudo dos profetas menores: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor...”(Os 6.3). De fato, através dos estudos destas 13 lições, será possível percebermos o que Deus quer de nós nesse começo de século, e também de concluirmos que é tempo de arrependimento e mudança real de vida, de santificarmos nossas vidas e alcançarmos a nossa geração com o genuíno Evangelho de Cristo, enquanto a “porta da Graça” ainda está aberta.
Bom estudo e pesquisa. Pastor Walter Bastos;
Diretor JUNEC



LIÇÃO 01 | OS PROFETAS FALAM HOJE
LIÇÃO 02 | OSÉIAS: A FORÇA DA ALIANÇA E DO AMOR DIVINO
LIÇÃO 03 | JOEL: AS CRISES A SERVIÇO DO POVO DE DEUS
LIÇÃO 04 | AMÓS: O VALOR DOS POBRES FRENTE À EXPLORAÇÃO E INJUSTIÇAS
LIÇÃO 05 | OBADIAS: RELACIONAMENTOS FRATERNOS ESTRAGADOS PELO ÓDIO
LIÇÃO 06 | JONAS: UM OLHAR DE ESPERANÇA PARA OS PERDIDOS DO MUNDO
LIÇÃO 07 | MIQUÉIAS: INDO ALÉM DA FORMA DO CULTO E DAS AMARRAS DA LITURGIA FRIA E VAZIA
LIÇÃO 08 | NAUM: A DURA CENSURA CONTRA OS REGIMES TOTALITÁRIOS
LIÇÃO 09 | HABACUQUE: A FÉ QUE SE MANIFESTA EM MEIO AOS SOFRIMENTOS
LIÇÃO 10 | SOFONIAS: REVENDO A HERANÇA MALDITA DO PAGANISMO SINCRÉTICO
LIÇÃO 11 | AGEU: REORGANIZANDO PRIORIDADES NO REINO DE DEUS
LIÇÃO 12 | ZACARIAS: PROMESSAS DE ESPERANÇA EM MEIO ÀS LUTAS E TRABALHOS
LIÇÃO 13 | MALAQUIAS: VALORES ÉTICOS PARA OS TEMPOS DE RECOMEÇO